Arte e dinheiro. Sem dinheiro ná dá para fazer muita coisa. Só a paixão cansa no mais das vezes...
O Festival de Campos de Jordão deste ano traz a triste nova de que os alunos terão que fazer a parte pedagógica na Capital. Justo a parte mais charmosa de um festival deste modelo que é de agrupar os alunos no mesmo ambiente, o convívio entre eles e professores além dos colegas músicos que participam do festival como concertistas. Estes ficarão longe dos concertos que ocorrerão cerca de 150 km daqui.
Triste, lamentável....
E a falta de grana não é culpa governamental, ao que parece, pelo menos, na totalidade. Os recursos do Estado continuam no mesmo patamar do ano passado, porém, sem correção. O problema desta vez está na iniciativa privada que cortou sua parte por mais da metade este ano. Seja com mecenato ou verba de patrocínio mesmo, via lei Rouanet ou não.
Como disse no post anterior sobre o mesmo tema, a gente vê um cidadão doar 100 milhões de dólares para que a Universidade de Yale manter o programa de música...
Triste a nossa mentalidade de pouco valor dar à educação e cultura...continuamos a preferir estádios de futebol que já vimos para que acabam servindo...a que se prestam.
Nenhum comentário:
Postar um comentário